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DARKNET: la vente de drogues de synthèse sur internet explose

L’achat de drogues sur internet a explosé ces dernières années. À travers le monde, 10% des consommateurs de drogues aura déjà eu recours à un site internet pour se fournir, selon un rapport de l’Observatoire Européen de la Toxicomanie.

http://www.lefigaro.fr/flash-actu/2016/03/14/97001-20160314FILWWW00087-la-vente-de-drogues-de-synthese-sur-internet-explose.php

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FRANCE (Nantes): Il convoie de l’héroïne en faisant du covoiturage

DOUANELes douaniers ont fait mouche, jeudi soir, au péage de Corzé (Maine-et-Loire), sur l’autoroute A11. Vers 17 h 50, ils ont arrêté un véhicule. Lors de la fouille, ils ont découvert 470 grammes d’héroïne brune et 1 100 cachets d’ecstasy.
Les produits stupéfiants appartiennent au passager, un intérimaire de 22 ans, domicilié à Lille. Il se rendait à Nantes en covoiturage avec sa marchandise estimée à près de 30 000 €. Le conducteur ignorait la nature de la cargaison.

lire plus: http://www.presseocean.fr/actualite/nantes-il-convoie-de-lheroine-en-faisant-du-covoiturage-12-03-2016-186910

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DOUANE FRANCAISE (Loon-Plage): 85 kg d’herbe de cannabis dans un poids lourd

douanesMercredi, à Loon-Plage, les douaniers ont contrôlé un poids lourd conduit par un ressortissant tchèque, à l’embarquement du terminal ferry. Dans la remorque du camion, ils ont découvert 13 cartons contenant en tout 85 kg d’herbe de cannabis, pour une valeur de 149 000 €.

Présenté vendredi en comparution immédiate, Pavel Michalek, chauffeur routier âgé de 40 ans, a expliqué qu’il avait fait confiance à un dénommé Tony en Belgique, qui lui a proposé de transporter du tabac contre une rétribution de 2 000 €.

lire: http://m.lavoixdunord.fr/region/loon-plage-85-kg-d-herbe-de-cannabis-dans-un-poids-lourd-ia17b47606n3382380?xtor=RSS-2#

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TIMOR-LESTE: cada vez mais usado pelas redes de tráfico de droga

8/3/2016 – As drogas que mais transitam em Timor-Leste são: metanfetaminas, heroína, marijuana e cocaína. Conclusões são do relatório da Estratégia Internacional de Controlo aos Narcóticos dos EUA.

ANTONIO AMARAL/LUSA

Timor-Leste é cada vez mais usado pelas redes internacionais de tráfico de droga como uma zona de transbordo, problema que o Governo timorense começa agora a tentar abordar, conclui o Departamento de Estado Norte-Americano.

No seu relatório de 2016 sobre a Estratégia Internacional de Controlo aos Narcóticos, o Departamento de Estado dedica um capítulo de três páginas ao caso de Timor-Leste, país que “continua a ser um mercado menor para as drogas ilícitas”.

Apesar disso, escreve o Departamento de Estado, “as redes internacionais de tráfico parecem estar a explorar progressivamente o país como zona de transbordo”.

Timor-Leste_mapAs autoridades timorenses e os observadores internacionais, esclarece o relatório, acreditam que os traficantes estão a aproveitar-se das fronteiras porosas de Timor-Leste e da sua “insuficiente capacidade de aplicar a lei” para transportar narcóticos ilegais através de Timor-Leste para a Indonésia e para outras partes da região.

Segundo fontes timorenses citadas no documento, as drogas que transitam por Timor-Leste são quantidades desconhecidas de metanfetaminas, heroína, marijuana e cocaína.

“Timor-Leste está só a começar a focar-se e a compreender bem a dimensão das questões do tráfico. Há vontade política para combater as drogas, mas os quadros legal e de investigação necessários para montar uma estratégia nacional eficaz de combate ao tráfico de droga estão ainda a dar os primeiros passos”, conclui o Departamento de Estado.

No mesmo relatório, a Guiné-Bissau é descrita como um centro de trânsito do tráfico de cocaína da América do Sul para a Europa.

“A falta de capacidade de aplicação da lei no país, a sua demonstrada suscetibilidade à corrupção, as fronteiras porosas e a sua conveniente localização fornecem um ambiente oportuno para os traficantes”, escreve o Departamento de Estado na página relativa à Guiné-Bissau.

O Departamento de Estado acusa ainda o sistema político guineense de ser “suscetível e estar sob influência de traficantes de droga” e escreve que “a cumplicidade de responsáveis governativos a todos os níveis nesta atividade criminosa inibe uma completa avaliação e resolução do problema”.

O relatório cita o gabinete das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) para dizer que o consumo de droga é um problema crescente na Guiné-Bissau, embora ainda a um nível reduzido, mas sublinha que não há qualquer estudo sistemático que permita avaliar a dimensão do problema.

capvertJá sobre Cabo Verde, o Departamento de Estado conclui que o país não é um produtor significativo de narcóticos, mas refere que a sua localização estratégica no Oceano Atlântico faz do arquipélago um centro de trânsito importante para o tráfico de cocaína proveniente da América do Sul para a Europa.

O relatório sublinha que “o governo cabo-verdiano tem tomado medidas para responder ao tráfico de droga, que é visto pelos responsáveis governativos e pelo público em geral como um problema sério”.

O relatório refere depois os setores em que a cooperação norte-americana tem ajudado Cabo Verde a lidar com o narcotráfico, nomeadamente no combate à lavagem de dinheiro, na luta contra o crime através da formação das forças armadas e forças policiais de Cabo Verde, na assistência financeira e técnica à unidade de investigação financeira do Ministério da Justiça ou na partilha de informação sobre aplicação da lei.

Timor-Leste é cada vez mais usado pelas redes de tráfico de droga

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Texto de Agência Lusa.

IRLANDA: la guerra de las mafias irlandesas sacude Marbella (Costa del Sol – Andalucia)

Entierro de David Byrne en la iglesia de San Nicolás de Dublín. reuters

Dos grandes clanes se enfrentan por el control del tráfico de drogas a la isla desde España

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Las mafias irlandesas de la droga han entrado en guerra y uno de los dos bandos, el poderoso clan de los Kinahan, mueve sus piezas desde la Costa del Sol. El reciente asalto al Hotel Regency de Dublín, donde media docena de hombres armados con fusiles AK-47 mataron el pasado 5 de febrero a uno de los lugartenientes de la familia, ha sido la peor afrenta sufrida por los Kinahan en su largo reinado sobre el tráfico de drogas y armas a la isla. La magnitud del ataque ha puesto en jaque a la policía irlandesa y ha alertado también a la de España. Los investigadores vinculan a la familia con una decena de asesinatos en los últimos años, tres de ellos ocurridos en la provincia de Málaga.

leer: http://politica.elpais.com/politica/2016/03/05/actualidad/1457213465_215509.html

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DUBLIN: retour de l’IRA continuité ou guerre des gangs ?

David_ByrneDavid Byrne

READ: http://www.dailymail.co.uk/news/article-3443686/Armed-checkpoints-police-patrols-surround-three-day-wake-Irish-gangster-murdered-boxing-weigh-amid-fears-mourners-shot-rival-mob.html

11/02/2016 – 07h00 Dublin Breizh-info.com) – Vendredi 5 février 2016 : un commando déguisé en policiers du SWAT fait irruption dans la salle de réunion du Regency Hôtel, à Dublin. Une pesée de boxe a effectivement lieu dans l’hôtel à ce moment là, en prévision d’un match. Les membres du commando sont armés de fusils d’assaut (AK47) et ouvrent le feu, tuant David Byrne et blessant deux autres individus avant de prendre la fuite. David Byrne, 33 ans, est connu pour être lié au milieu de la drogue à Dublin. Un milieu qui, chaque année, écoule une marchandise entrainant la dépendance, la violence, la mort chez de nombreux jeunes Irlandais.

Lundi 8 février : un individu appelle la BBC et revendique, au nom de l’IRA-Continuité (CIRA), l’exécution. L’IRA Continuité explique notamment que David Byrne était lié à l’assassinat, en septembre 2012, d’Alan Ryan, membre de l’IRA provisoire (une autre branche de l’armée de libération irlandaise). L’homme annonce également qu’une lutte contre les trafiquants de drogue va s’engager : « Ce ne sera pas un incident isolé. Les unités d’IRA-Continuité ont été autorisées à mener d’autres opérations. D’autres dealers et criminels vont être ciblés. »

Lundi 8 février toujours : d’autres individus se revendiquant de l’IRA Continuité assurent que l’organisation n’a rien à voir avec le meurtre du vendredi et que toute cette opération vise à salir la cause républicaine irlandaise.

Mardi 9 février : toujours à Dublin, un deuxième meurtre est commis . C’est Eddie Hutch qui est abattu ; il était chauffeur de taxi de 59 ans connu de la police notamment pour des vols mais également le frère de Gerry Hutch (figure de la criminalité dublinoise, aussi surnommé « The Monk »), et l’oncle d’un autre criminel, Gary Hutch, tué en Andalousie en septembre 2015.

A Dublin, la police est sur les dents ; des barrages filtrants ont même été mis en place à plusieurs endroits de la capitale irlandaise. Difficile de savoir si ces meurtres sont imputables uniquement à une guerre entre gangs de la drogue ou si – comme la revendication de lundi le laisse entendre, l’IRA Continuité reprend du service. Depuis les accords de paix de 1998 et le renoncement à la violence intervenu en 2005, l’IRA (Armée Républicaine Irlandaise) a laissé la place à plusieurs groupes dissidents, refusant le processus de paix. Il s’agit notamment, de l’IRA véritable et de l’IRA continuité qui sont suspectés de plusieurs exécutions ou attentats ces dernières années. En 2014 des engins explosifs furent envoyés dans des centres militaires en Irlande du Nord. Mais c’est la lutte contre le trafic de drogue et les dealers qui semble constituer le plus gros de l’action de ces nouveaux militants nationalistes irlandais radicaux. En 2014, le magazine Vice avait consacré un reportage à ces groupes, notamment à Derry, qui mènent une véritable guerre – salutaire aux yeux de nombreux Irlandais, catholiques comme protestants – contre la drogue.

Selon le quotidien Irish Times, ces deux meurtres s’inscrivent dans la guerre entre des gangsters du nord de Dublin et un groupe criminel irlandais basé en Espagne, les «Christy Kinahan». Ces gangs se disputent des «territoires» à Limerick et Dublin et dans les banlieues voisines de Crumlin et Drimnagh. Cette guerre des gangs aurait déjà fait plus de 30 morts ces quinze dernières années.

De leur côté, les anciens membres ou proches de l’IRA devenus des notables respectables et respectés, comme Gerry Adams, condamnent avec fermeté cette violence , le Sinn Fein allant même jusqu’à refuser toute filiation entre l’IRA historique et l’IRA continuité.

Implication ou pas de l’IRA dans ces deux meurtres, en cette année de centenaire de Pâques 1916 , mais aussi, pour les protestants irlandais, de centenaire de la bataille de la Somme, un sérieux regain de tension n’est pas à exclure. Avec comme fond un mélange de communautarisme et de lutte contre le trafic de drogue qui s’étend en Irlande.

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Crédit photo : DR
[cc] Breizh-info.com, 2016 dépêches libres de copie et diffusion sous réserve de mention de la source d’origine

source: http://www.breizh-info.com/2016/02/11/39021/dublin-guerre-gangs-ira-continuite

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DOUANE FRANÇAISE (Aéroport Saint-Exupéry): deux kilos de cocaïne dans la sacoche de son ordinateur

Un aéroport international, c’est une importante porte d’entrée pour le fret, mais aussi pour toutes les marchandises que peuvent transporter avec eux les passagers. Le service des douanes de l’aéroport Lyon-Saint Exupéry exerce en permanence sa vigilance, et procède à de nombreux contrôles.

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Un contrôle des douanes a permis d’interpeller un passager en transit, qui avait dissimulé deux kilos de cocaïne dans le double-fond de la sacoche de son ordinateur.

Le passager était en provenance d’un vol de Sao Paulo…..

LIRE sur http://www.leprogres.fr/rhone/2016/03/09/aeroport-saint-exupery-deux-kilos-de-cocaine-dans-la-sacoche-de-son-ordinateur

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DOUANE FRANCAISE (Toulouse): un livreur guyanais de « Rhum cocaïne » arrêté par la douane à Toulouse

DOUANEUn livreur guyanais de « Rhum cocaïne » arrêté par la douane à Toulouse

Publié le 09/03/2016

Deux Poitevins qui réceptionnaient de la cocaïne cachée dans du rhum avaient déjà été interpellés en décembre. Leur intermédiaire guyanais vient d’être arrêté à Toulouse. Les douaniers et les enquêteurs de la police judiciaire le surveillait depuis plusieurs semaines

Après l’arrestation au mois de décembre de deux maillons poitevins d’un vaste trafic de cocaïne au départ de Cayenne, les douanes et la police judiciaire ont interpellé le 16 février dernier une troisième personne. C’est le 18 novembre que les douaniers en poste à Cayenne ont repéré à l’aéroport des colis suspects et ont décidé de les suivre jusqu’à leur destination.
La procédure s’appelle la « livraison surveillée » indique la Nouvelle République. Un douanier accompagne le facteur qui livre le colis. Le fonctionnaire constate que le destinaire ne manifeste aucune surprise de recevoir un colis posté depuis les Outre-mer. Impossible ensuite pour lui de prétendre qu’il ne savait pas de quoi il s’agissait ou qu’on lui a sans doute expédié cette marchandise par erreur.

DOUANE FRANCAISE (Arles): ils transportaient pour 185 000 € de résine de cannabis | La Provence

fred008.jpgIls étaient trois hier matin dans le box des accusés. Joaquim, 45 ans ; Pao, 39 ans et Paolo, 50 ans, comparaissaient devant le tribunal de grande instance de Tarascon pour le transport, la détention et l’importation de 93,350 kg de résine de cannabis. Soit 185 000€ de stupéfiants.

L’affaire remonte au 1er février dernier. Ce jour-là, vers 17h30, les douaniers effectuent un contrôle au péage d’Arles. Ils arrêtent une Audi rouge, immatriculée en Andorre, circulant dans le sens Espagne-Italie avec à son bord Pao et Paolo, « très nerveux » selon les douaniers. Si une fouille rapide de la voiture ne révèle rien, les douaniers sont néanmoins intrigués par un téléphone mobile jetable qui sonne de façon régulière. Une trentaine de fois selon le procès-verbal. L’expérience aidant, les douaniers pensent qu’ils ont affaire à ce que l’on appelle « un véhicule ouvreur« .

Un équipage remonte alors jusqu’à la sortie de Garons et repère, sur le parking d’un supermarché, une voiture immatriculée au Portugal avec à son bord Joaquim… et un téléphone mobile jetable en contact avec celui retrouvé dans la première voiture. Les trois hommes sont interpellés. La fouille du second véhicule mettra au jour un système sophistiqué de caisson imbriqué derrière le tableau de bord. À l’intérieur, les douaniers mettront la main sur un peu plus de 93 kg de résine de cannabis.

Lors des débats, il est apparu que si Joaquim conduisait la voiture chargée, c’est Pao qui était le coordinateur de ce voyage, avec en fond un certain Mohammed, vague commanditaire – « mais au sujet duquel on n’en saura pas plus« , dixit le président Lionel Mathieu.

LIRE: http://www.laprovence.com/article/actualites/3836328/arles-ils-transportaient-pour-185-000-%E2%82%AC-de-resine-de-cannabis.html

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SANTO DOMINGO (Air Cocaïne): Christophe Naudin « ne peut pas obtenir une mise en liberté » sous caution, selon le procureur

NAUDINLe Français, extradé d’Egypte vers la République dominicaine et qui a comparu mardi devant un juge pour son implication dans l’évasion des deux pilotes français, sera fixé sur son sort jeudi, a annoncé son avocat. Le procureur général dominicain estime qu’il « existe un risque sérieux de fuite ».

Il a obtenu un nouveau délai grâce à son avocat Me Miguel Valerio. Christophe Naudin, qui a comparu mardi devant un juge dominicain pour son implication dans l’évasion des deux pilotes français de l’affaire dite « Air Cocaïne », sera fixé sur son sort jeudi. Depuis son extradition d’Egypte, dans la nuit de jeudi à vendredi, le Français est détenu au Palais de justice de Saint-Domingue. Le tribunal doit notamment se prononcer sur d’éventuelles mesures préventives à son encontre, pouvant aller jusqu’à un placement en détention provisoire dans l’attente de son procès.
Un peu plus tôt dans la journée de mardi, le procureur général de la République dominicaine a estimé qu’il existait un « risque sérieux » de fuite de Christophe Naudin, quelques heures avant la comparution du Français. « J’espère que les tribunaux comprennent bien qu’il existe un risque sérieux de fuite, M. Naudin ne peut pas obtenir une mise en liberté » sous caution, a déclaré le procureur général dominicain Francisco Dominguez.

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DOUANE FRANCAISE (Pays basque): 62 kilos de résine de cannabis découverts dans une cache

Dimanche matin à Biriatou, les douaniers ont contrôlé une fourgonnette qui arrivait d’Espagne

La moisson reste bonne pour les douaniers au péage de Biriatou. Ce dimanche 6 mars, vers 9 h 30, ils ont découvert 62 kilogrammes de résine de cannabis dissimulés dans une fourgonnette qui arrivait d’Espagne.

Dans l’habitacle

Les stupéfiants se trouvaient dans une cache aménagée dans l’habitacle. Au volant, un Marocain. Ce dernier a été placé en garde à vue.

Le parquet de Bayonne a décidé de confier l’enquête à la police judiciaire.

Comme un Néerlandais

Le 25 février, c’est un Néerlandais âgé de 49 ans qui avait été contrôlé au même péage avec 50,82 kg de résine et 22,64 kg d’herbe. Moyennant 1.500 euros, le passeur devait convoyer ce chargement illégal de Malaga à Utrecht aux Pays-Bas.

Présenté lundi dernier devant le tribunal correctionnel de Bayonne, il a été condamné à deux ans de prison et cinq ans d’interdiction du territoire.

http://www.sudouest.fr/2016/03/07/62-kilos-de-resine-dans-une-cache-2293459-4018.php

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DNRED (Aduana francesa): capturan Embarcaciones Venezolanas Con Cocaina En Aguas Internacionale

Lake Maracaibo map-es.svg

MIRCELY GUANIPA | 07/03/16
Punto Fijo.- Dos embarcaciones registradas en el oriente de Venezuela que llevaban 545 kilos de cocaína, fueron capturadas en aguas internacionales, a unas 70 millas del archipiélago Los Monjes, por un grupo de guardacostas de Estados Unidos que estaban a bordo de un buque de guerra holandés.

Así lo informó el contralmirante Andrés Gómez Rojas, comandante de la Zona Operativa de Defensa Integral Marítima e Insular Occidental (Zodimainoc), desde la Base Naval Juan Crisóstomo Falcón, en la península de Paraguaná.

Allí se detalló que 18 personas están detenidas por esta situación. Se trata de la tripulación de las unidades marinas involucradas, identificadas como « Dios es amor » y « Mi viejo Apolinar », que de acuerdo a las declaraciones de Gómez Rojas habrían salido de Colombia.

Para esta operación, que se estaba manejando desde hace unos días, se contó con la colaboración de organismos de inteligencia internacional y la cooperación articulada entre la Aduana Francesa, la Oficina Nacional Antidroga y el Comando de Guardacostas.

http://m.eluniversal.com/sucesos/160307/capturan-embarcaciones-venezolanas-con-cocaina-en-aguas-internacionale

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FRANCE (Justice): pour Eric de MONTGOLFIER, il aurait été utile d’examiner tous les cinq ou six ans le train de vie de certains magistrats…Qu’a fait le TRACFIN?

Avatar de Marc FievetThe international informant

Des hommes qui sont magistrats…doivent-ils être jugés?

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assembleeExtrait du Rapport d’information de l’Assemblée nationale

M. Eric de MONTGOLFIER, Procureur général au Tribunal de grande instance de Nice : Je n’ai pas le sentiment de bien savoir ce qui se passe dans ma circonscription. J’y découvre chaque jour des choses très particulières, propre à une région où, c’est vrai, des gens se compromettent. Un exemple parmi d’autres : un dossier vient d’être ouvert sur un homme qui n’a pas une « surface » sociale considérable mais que l’on retrouve dans de nombreuses affaires où l’on se rend service… Je travaille dans une circonscription où le maître mot est « arrangement » et où le monde des voyous côtoie souvent celui des « honnêtes gens »… Dès lors, toute la difficulté de notre travail est de savoir à qui on s’adresse, de quel bord est tel ou tel. Cela, c’est très…

Voir l’article original 2 116 mots de plus

DNRED (Douane française): les députés autorisent les « cyber-douaniers »

dnred_photoLutte contre le crime organisé

Par AFP le 03 mars 2016

Les députés ont renforcé jeudi les pouvoirs des douaniers dans la lutte contre le crime organisé, en leur donnant le pouvoir d’enquêter sous pseudonyme sur internet (« cyberpatrouille » ou « cyberinfiltration »), une technique déjà permise aux officiers de police judiciaire.

« La lutte contre la fraude sur internet, notamment dans le domaine des armes à feu et des stupéfiants, nécessite de renforcer les capacités de détection des sites ou de particuliers proposant l’acquisition de marchandises de fraude en ligne », a expliqué Yann Galut (PS), à l’occasion de l’examen du projet post-attentats de réforme pénale.

Ainsi les enquêteurs « seront en contact avec les personnes susceptibles d’être les auteurs d’infractions douanières particulièrement graves et ils pourront recueillir des éléments de preuve déterminants et des données sur ces personnes », a ajouté le député dont l’amendement a été adopté.

LIRE:http://www.notretemps.com/internet/lutte-contre-le-crime-organise-les,i109628

source: https://cybercriminalite.wordpress.com/2016/03/06/lutte-contre-le-crime-organise-les-deputes-autorisent-les-cyber-douaniers/

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La guerre à la drogue s’éteint… Et après?

Le fantasme de la fumerie d’opium dans les années 1920.
© Ministère de la Culture – France/Médiathèque de l’Architecture et du Patrimoine

Les stupéfiants ont été une aubaine coloniale, un produit prohibé, la cible d’une croisade. Et maintenant? Le département de Sociologie de l’UNIGE explore les idées émergentes dans une série de conférences

La croisade est peut-être terminée. La «guerre contre la drogue», déclarée par le président états-unien Richard Nixon en 1969 et menée depuis lors sous l’égide des traités internationaux, semble sur le point de s’éteindre et de passer à l’histoire comme l’un des égarements du XXe siècle. Une nouvelle ère s’ouvre, qui s’annonce plus raisonnable, mais où pour l’instant «tout le monde se pose des questions et personne n’a des réponses», note Jean-Félix Savary, secrétaire général du Groupement romand d’études sur les addictions (GREA). «Même le gardien du temple, l’Organe international de contrôle des stupéfiants, qui veille à la mise en œuvre des traités, n’est plus opposé à l’ouverture du débat. Dans son rapport annuel, publié ces jours, il invite à discuter de nouveaux modèles.»

Le GREA est partenaire de l’Université de Genève pour une série de conférences, agendées jusqu’en mai, sur «Les drogues dans tous leurs états». Il s’agit de rassembler et de confronter, en public, les différents savoirs qui s’élaborent au sein de l’UNIGE, rendant ainsi visible un processus en cours, qui vise à regrouper et à coordonner ces compétences. Le cycle s’est ouvert mercredi dernier avec l’historien français Alexandre Marchand en invité principal, plaçant la prohibition des stupéfiants dans une perspective historique. Le 9 mars, le sociologue genevois Loïc Pignolo présentera son enquête de terrain portant sur les dealers de rue et sur leur éthique, plus développée qu’on ne l’imaginerait.

LIRE: https://www.letemps.ch/societe/2016/03/04/guerre-drogue-s-eteint-apres
Les conférences:

«Les drogues dans tous leurs états», jusqu’au 18 mai 2016, les mercredis de 18h30 à 20h à Uni Mail (40, bd. du Pont-d’Arve, Genève), salle MR160, entrée libre. Sous la responsabilité de Sandro Cattacin, avec la participation de Barbara Broers, Anne Philibert et Loïc Pignolo, en collaboration avec le Groupement Romand d’Etudes sur les Addictions

Prochaine conférence le mercredi 9 mars 2016: «Deal de rue dans un quartier genevois: résultats d’une enquête de terrain», avec Loïc Pignolo (Institut de recherches sociologiques, UNIGE) et Christian Ben Lakhdar (Faculté Libre des Sciences Economiques et de Gestion de Lille)

Le blog de la manifestation: www.unige.ch/sciences-societe/socio/blog

https://www.letemps.ch/societe/2016/03/04/guerre-drogue-s-eteint-apres

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FRANCE (Grand Bal des « Faux-culs »): tous, du BCS en passant par la DCPJ, la DNRED, l’ IGPN, l’ OCRTIS, le SIAT et … le Parquet vont rivaliser dans le port de « faux-nez »

faux cul

Quand une saisie record révèle les liaisons dangereuses entre « stups » et « indics »

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En octobre dernier, les douanes effectuent une saisie record de 7 tonnes de résine de cannabis dans l’ouest parisien. Problème : le trafiquant présumé est aussi un « indic » de l’Office central de lutte contre le trafic de stups.
L’affaire était trop belle.Quatre fourgons suspects, garés dans les beaux quartiers de la capitale, au bas des immeubles haussmanniens du boulevard Exelmans, dans le 16e arrondissement. Dans les coffres de trois des utilitaires, 7 tonnes de résine de cannabis que les agents de la Direction nationale du renseignement et des enquêtes douanières (DNRED) découvrent le 17 octobre dernier. Une « saisie record » pour Paris intra-muros, saluée dès le lendemain par François Hollande. Le président fait le déplacement jusqu’aux locaux de la DNRED, à Ivry-sur-Seine, où, devant les piles de « valises marocaines », il déclare espérer qu’il s’agit-là d’un « coup fatal » porté aux trafiquant. Mais dans ce dossier, la réalité est bien plus complexe : l’enquête va surtout révéler que l’importateur de la drogue, interpellé fin février en Belgique, était surtout un « indic » de l’Office central de lutte contre le trafic de stups.
>> La visite de François Hollande dans les locaux de la DNRED, le 18/10/15 :

Le Président de la République, François Hollande, et le ministre des Finances, Michel Sapin, en présence de la directrice générale des douanes, Hélène Crocquevieille, et du directeur adjoint, Jean-Michel Thillier, sont venus féliciter les agents de la Direction Nationale du Renseignement et des Enquêtes Douanières (DNRED) pour la saisie exceptionnelle de 7,1 tonnes de résine de cannabis. Cette affaire a été réalisée dans la nuit du 17 au 18 octobre en plein Paris.

Un grossiste en cavale…

L’enquête des douanes débute quelques jours avant la saisie du boulevard Exelmans, dans la nuit du mardi 13 au 14 octobre, sur la base d’un renseignement. Le conducteur d’une voiture suspecte est interpellé au péage d’Ancenis, près de Nantes, sur l’autoroute A11, dans le sens Paris-Nantes. Pour les enquêteurs de Bercy, il ne fait aucun doute qu’il s’agit là de la voiture ouvreuse d’un convoi de livraison de drogue. La découverte d’un fourgon abandonné sur une aire d’autoroute en amont du péage leur donnera raison : à l’intérieur, les douaniers saisissent 1,9 tonne de résine de cannabis.

C’est en remontant la piste du « shit » nantais que les enquêteurs de la DNRED se retrouvent donc boulevard Exelmans. 7 tonnes de résine de cannabis, le chiffre est certes un record, mais le « coup porté » est à nuancer. Dans le jargon, on parle d’une « saisie sèche », car elle ne mène à aucune interpellation. Et si une facture et des traces ADN retrouvées dans l’un des véhicules permet de remonter jusqu’au grossiste présumé du trafic, celui-ci a disparu. Un grossiste, peu précautionneux, dont les revenus lui permettaient de louer un luxueux penthouse… boulevard Exelmans, juste au-dessus des fourgons chargés de shit.

…et « indic » de l’Office central des stups

Les investigations sur ce trafic sont immédiatement confiées à l’Office central pour la répression du trafic illicite des stupéfiants (OCRTIS) de la Direction centrale de la police judiciaire (DCPJ), à Nanterre. Il en est cependant dessaisi à peine une semaine plus tard, par le procureur de Paris, François Molins. Et pour cause : le grossiste en shit du boulevard Exelmans est enregistré officiellement au Bureau central des sources (BCS) de la DCPJ… comme indicateur. Un « tonton », dit-on dans le jargon policier, de l’OCRTIS, le service même qui est censé enquêter sur son trafic. Les investigations atterrissent finalement au 36 quai des Orfèvres, à la Brigade des stupéfiants de la préfecture de police de Paris.

Originaire de Mulhouse, dans le Haut-Rhin, le trafiquant en question, Sofiane H., a été condamné en 2011 à 13 ans de prison et deux millions d’euros d’amende pour avoir animé un trafic international de cannabis, alors qu’il se trouvait déjà en prison, en 2002. Selon nos informations, c’est l’ancien patron de l’OCRTIS lui-même qui avait recruté ce trafiquant lors de sa détention en Espagne. Les 7 tonnes saisies par les Douanes faisaient en fait partie de ce qu’on appelle dans le jargon, une « livraison surveillée ». En clair, il s’agit d’une technique d’enquête destinée à attraper du gros gibier. On laisse importer et acheminer, là en l’occurrence depuis le Maroc, une grosse quantité de drogue par un « trafiquant-indic » afin d’interpeller derrière les grossistes qui vont se répartir la marchandise. Ces livraisons se font sous les contrôles de la police avec la bénédiction de la justice. Selon nos informations, le TGI de Perpignan était avisé, mais pas le parquet de Paris. L’histoire ne dit pas si les douanes ont court circuité volontairement ou involontairement la livraison surveillée par l’OCRTIS.

Sofiane H. a finalement été interpellé le 22 février, à Gand, en Belgique dans le cadre de l’exécution d’un mandat d’arrêt européen émis par le juge d’instruction qui dirige l’enquête. Placé en détention provisoire, il devrait être transféré en France rapidement.

La sensible question de la gestion des indics

Cette affaire met en lumière les liaisons sulfureuses et dangereuses entre flics et indics. Longtemps, les relations flics-tontons sont restées tabous. Elles étaient régies par le principe du fameux 10% : l’indic repartait avec 10% de l’argent ou de la drogue saisie, avec tous les risques que cela comportait pour les fonctionnaires de police. Mais en 2004, la loi Perben II a reconnu officiellement et encadré le recours aux indics, comme leur rémunération. A l’instar de Sofiane H, les indics sont enregistrés confidentiellement au Bureau Central des Sources (BCS), qui dépend du service interministériel d’assistance technique (SIAT). Ainsi, les « primes » perçues par les « tontons » oscillent environ (officiellement) entre 50 et 10.000 euros. « On a besoin de gens qui sont immergés au plus près des terreaux de délinquance et de la grande criminalité. Il faut rester lucide sur ce que l’on permet de faire à un indic et sur ce que l’indic va nous permettre de réaliser à l’affaire », précise Isabelle Trouslard, secrétaire nationale du syndicat Synergie-officiers, précurseur sur le combat de la gestion des indics. Pour la syndicaliste, « les textes en la matière restent insuffisants ».

L’opération semblait avoir été un succès. Plus de sept tonnes de cannabis avaient été saisies dans le 16e arrondissement. Mais aucun des commanditaires n’avait été arrêté dans l’opération, au cours de laquelle les Douanes ont court-circuité la police. Plus embarrassant encore, un homme a été arrêté en Belgique : trafiquant, il était aussi un indic très utile pour les forces de l’ordre.

Aujourd’hui, neuf affaires de drogue sur dix sont résolues grâce à des indics. Et plus l’affaire est importante, plus le trafiquant informateur est souvent élevé dans la hiérarchie de la voyoucratie. Ce qui est le cas de Sofiane H. « Une tonne c’est environ 5 millions d’euros à la revente au détail, la prime c’est entre 10.000 et 20..000 euros, on n’attrape pas les mouches avec du vinaigre », constate un ancien grand flic à la retraite. Et d’ajouter : « les politiques font de la lutte contre le trafic de drogue leur priorité, ils veulent des résultats mais ne veulent pas savoir comment on les obtient. Après c’est facile de jouer les vierges effarouchées. Aujourd’hui l’OCRTIS est quasiment le seul service à s’attaquer au démantèlement des réseaux de trafic internationaux ».

Reste à savoir désormais, ce qu’aura à raconter Sofiane H. lorsqu’il sera rendu à la France et se retrouvera confronté aux enquêteurs du 36, et peut-être un jour de l’IGPN, la police des polices.

L’affaire promet sans doute encore des rebondissements…

http://www.itele.fr/justice/video/drogue-quand-une-saisie-record-revele-les-liaisons-dangereuses-entre-stups-et-indics-155824

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DOUANE FRANÇAISE (Caraïbes): 28,5 kilos de cannabis repêchés en mer – Toute l’actualité de la Martinique sur Internet – FranceAntilles.fr

ecureuil_bsam_lamentinL’hélicoptère et la vedette des douanes ont réussi à identifier un bateau suspect qui se dirigeait vers les côtes martiniquaises. Ses occupants ont jeté leur marchandise par dessus bord avant de quitter les eaux territoriales françaises.

Ce lundi, à 8h30, l’hélicoptère Ecureuil « Racam » en mission de surveillance maritime dans le canal de Sainte-Lucie a observé une yole se dirigeant vers le sud de la Martinique à 4 miles des côtes françaises. Les occupants du bateau suspect ont rapidement détecté l’hélicoptère, accéléré en jetant par dessus bord des ballots. Le navire a fait demi-tour vers l’île de Sainte-Lucie poursuivi par « Racam ».
vedettedouaneAu même moment, prévenue, la vedette rapide des douanes du Marin « Tarpon » a rejoint la zone en quelques minutes, forte de ses 3 moteurs et 900 cv de puissance. Les trafiquants ont quitté les eaux territoriales françaises. « Racam » a cessé la poursuite et guidé le semi-rigide des garde-côtes sur les ballots rejetés. 28,5 kilos ont été repêchés.

cannaduane

plus d’images:

http://www.martinique.franceantilles.fr/actualite/faitsdivers/28-5-kilos-de-cannabis-repeches-en-mer-348228.php

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DNRED (Douane Française): suite du « feuilleton » de la saisie des 7,1 tonnes de résine de cannabis cachées dans le coffre de trois véhicules utilitaires, dans le XVIe arrondissement de Paris

Dirigeant présumé d’un réseau d’importation de résine de cannabis, le Mulhousien Sofiane Hambli, ex-détenu de Metz-Queuleu évadé de l’hôpital Bon-Secours en 2003, a été arrêté en Belgique après la saisie de 7,1 t de drogue en octobre.
03/03/2016
sofiane-hambli-le-15-avril-2011_c1f15d661a86635d199ac33469ef6383Sofiane Hambli lors de son arrivée au tribunal de Mulhouse le 15 avril 2011.

L’affaire remonte à la nuit du 17 au 18 octobre 2015. La Direction nationale du renseignement et des enquêtes douanières (DNRED) frappe un grand coup en saisissant 7,1 tonnes de résine de cannabis, cachées dans le coffre de trois véhicules utilitaires, dans le XVIe arrondissement de Paris. Une prise colossale, estimée par Bercy à plus de 15 M€. Et un suspect dont le nom revient en boucle auprès des enquêteurs : le Mulhousien d’origine tunisienne Sofiane Hambli, en fuite et contre lequel un mandat d’arrêt européen a été émis.

L’homme, dont le nom est connu à Metz depuis une évasion en 2003 (lire ci-dessous), a été arrêté lundi 22 février par la police belge à Gand, sur le chemin de l’aéroport. « Il s’agit d’un dossier ouvert chez nous sur la base d’un mandat d’arrêt européen émis par un juge d’instruction parisien », a expliqué le porte-parole du parquet de Tournai, Frédéric Bariseau. « Nous avions reçu la semaine précédente une commission rogatoire nous demandant de le localiser et de l’interpeller. »

Sofiane Hambli, « qui revenait de l’aéroport de Bruxelles, où il était allé chercher sa compagne » au moment de son arrestation, a été placé en détention provisoire dans l’attente de son extradition, a précisé Bariseau. La procédure « est en cours » mais sa durée est difficile à évaluer, a-t-il souligné.
Entre 6 et 12 tonnes importées par mois

Depuis le 15 avril 2011, plus personne n’avait entendu parler de Sofiane Hambli. En état de récidive légale, il avait été condamné par le tribunal correctionnel de Mulhouse à 13 ans de prison ferme, une interdiction de séjour dans le Haut-Rhin durant 5 ans et 2 M€ d’amende pour complicité de trafic de stupéfiants mené depuis sa cellule entre février et septembre 2002. Il avait été condamné par défaut (en son absence) à 18 ans de prison pour les mêmes faits en 2007.

C’est donc au détour de la plus grosse saisie jamais réalisée dans la capitale que le nom du Mulhousien, père de famille, a refait surface. La découverte des 7,1 t de résine de cannabis faisait suite à une première saisie, quatre jours plus tôt, de presque 2 t de la même drogue dans une fourgonnette abandonnée sur une autoroute de Loire-Atlantique. Et le nom d’Hambli arrivait régulièrement aux oreilles d’autres services d’enquête comme étant un rouage d’une structure criminelle capable d’importer depuis le Maroc entre 6 et 12 t de cannabis par mois, à destination notamment du marché français.
Installé à Paris après sa remise en liberté

Sofiane Hambli n’a en réalité purgé que 5 ans sur les 13 ans de sa condamnation mulhousienne. Il a été remis en liberté l’an dernier après la prise en compte des périodes de détention provisoire qu’il a effectuées en France et en Espagne.

Présenté comme un ténor du trafic de haschich en France, l’Alsacien se serait alors installé en région parisienne. « C’est la plus grosse prise depuis longtemps, historiquement sans doute la plus importante à Paris », avait déclaré, à propos de la saisie effectuée dans le XVIe arrondissement, le président français François Hollande, venu féliciter les agents des douanes lors d’une visite surprise à la Direction des enquêtes douanières, à Ivry-sur-Seine.

http://www.republicain-lorrain.fr/faits-divers/2016/03/03/drogue-l-evade-de-bon-secours-interpelle-en-belgique

DNRED (Douane francaise): Hollande prend la pose devant une opération anti-drogue… ratée ! – Le Point

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SANTO DOMINGO (Air cocaïne): le temps du procès pour Christophe Naudin

 Le Monde.fr | 03.03.2016

Par Jean-Michel Caroit (Saint-Domingue, correspondant)
Le procureur général de la République dominicaine, Francisco Dominguez Brito, s’adresse à la presse jeudi 3 mars à propos de l’extradition du Français Christophe Naudin, soupçonné d’avoir aidé à l’évasion de deux pilotes français impliqués dans l’affaire dite « Air cocaïne ». | ERIKA SANTELICES / AFP

Extradé par l’Egypte vers Saint-Domingue, le Français Christophe Naudin aura droit à un procès équitable, a affirmé, jeudi 3 mars, le procureur général de la République dominicaine (ministre de la justice), Francisco Dominguez Brito.

Criminologue et spécialiste de la sûreté aérienne, M. Naudin faisait l’objet d’un mandat d’arrêt international lancé par la République dominicaine pour avoir aidé à l’évasion, fin octobre 2015, de Pascal Fauret et Bruno Odos, les deux pilotes condamnés à vingt ans de prison par la justice dominicaine pour narcotrafic dans l’affaire « Air cocaïne ». Les deux pilotes avaient été arrêtés en mars 2013 avec deux autres Français à bord d’un Falcon 50 chargé de 700 kilogrammes de cocaïne, qui s’apprêtait à décoller de l’aéroport de Punta Cana, dans l’est de la République dominicaine. Une fois en France, MM. Odos et Fauret ont été placés en détention provisoire, début novembre 2015, à Marseille, par la justice française qui enquête sur ce vaste trafic international de drogue.
« Nous espérons une grande fermeté de la justice »

« Christophe Naudin doit arriver vendredi 4 mars, tôt le matin, à Saint-Domingue via New York, il sera présenté à un juge et nous demanderons son arrestation », a déclaré au Monde M. Dominguez Brito. Il bénéficiera d’un procès équitable et de toutes les garanties qu’offre l’Etat de droit en République dominicaine. Mais nous espérons une grande fermeté de la justice car ce qui s’est produit est inadmissible », a-t-il ajouté.

« Il est intolérable que dans un système démocratique, où les institutions fonctionnent, une fuite soit organisée avec des cartels liés au narcotrafic. Nous ne pouvons le permettre et c’est pourquoi nous avons tout fait pour que cette personne [M. Naudin] et l’eurodéputé [Aymeric Chauprade] soient sanctionnés comme le prévoit la loi », a insisté M. Dominguez Brito.

Christophe Naudin est accusé d’association de malfaiteurs et de violation de la loi 137-03 sur le trafic illicite de migrants et la traite de personnes. Cette loi prévoit une peine de dix à quinze ans de prison et une amende allant de 150 à 250 salaires minimum.

La presse dominicaine avait largement repris les déclarations de Christophe Naudin et de l’eurodéputé Chauprade dans les médias français, détaillant l’opération qui avait permis l’évasion des pilotes en octobre 2015. L’opposition avait alors vivement critiqué le gouvernement accusé de laxisme et de négligence dans la surveillance des pilotes.

Condamnés à vingt ans de prison en août 2015, ils avaient été laissés en liberté dans l’attente de leur procès en appel. Deux autres Français, le passager Nicolas Pisapia et l’apporteur d’affaires Alain Castany, également condamnés à vingt ans de prison dans la même affaire, sont toujours en République dominicaine, en liberté en attendant leur procès en appel.

Par Jean-Michel Caroit (Saint-Domingue, correspondant)

http://mobile.lemonde.fr/ameriques/article/2016/03/03/air-cocaine-le-temps-du-proces-pour-christophe-naudin_4876225_3222.html?xtref=acc_dir

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Lire aussi :   Air cocaïne : mandat d’arrêt dominicain contre Aymeric Chauprade

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ÉGYPTE (Air Cocaïne): le Français Christophe Naudin a été extradé vers la République dominicaine

Le Français Christophe Naudin a été extradé, jeudi 3 mars, vers la République dominicaine depuis l’Egypte, a indiqué son épouse à France 2, qui a obtenu la confirmation de cette information. Le criminologue français avait été arrêté, le 4 février, par la police égyptienne, en vertu d’un mandat d’arrêt lancé par la République dominicaine. Sa faute : avoir organisé, en octobre 2015, l’évasion de Pascal Fauret et Bruno Odos, les deux pilotes condamnés pour trafic de drogue dans l’affaire « Air cocaïne ».« La France a apporté tout le soutien qu’elle pouvait à monsieur Naudin, a réagi le ministère des Affaires étrangères, jeudi. Il s’agit d’une décision de justice qui appartient à l’Egypte. » Fin février, le comité de soutien du Français avait réclamé l’intervention de François Hollande pour empêcher son extradition.
« Naudin va payer pour les pilotes »

« Naudin va payer pour les pilotes qu’il a aidés à sortir », s’inquiétait alors le président du comité de soutien. « Notre ambassade à Saint-Domingue suit la situation de près et continuera à assurer la protection consulaire au bénéfice de monsieur Naudin », assure, jeudi, le Quai d’Orsay.

http://mobile.francetvinfo.fr/faits-divers/justice-proces/proces-air-cocaine/info-france-2-air-cocaine-le-francais-christophe-naudin-implique-dans-l-evasion-des-pilotes-a-ete-extrade-d-egypte-vers-la-republique-dominicaine_1343009.html#xtref=acc_dir

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MAROC: toujours un des plus gros producteurs de résine de cannabis au monde

MarocRifCannabisLe Maroc est l’un des plus gros producteurs de résine de cannabis au monde et continue de fournir l’Europe, selon le rapport de l’année 2015 publié par l’Organe international de contrôle des stupéfiants (OICS).

La plupart de la résine de cannabis destinée à l’Europe est acheminée clandestinement depuis le Maroc, note le rapport de l’OICS, un organe indépendant chargé de surveiller l’application des conventions internationales des Nations Unies relatives au contrôles des drogues.

« Le Maroc demeure l’un des plus gros producteurs de résine de cannabis et reste l’un des principaux pays d’où provient la résine acheminée clandestinement vers l’Europe », révèle le document, soulignant que « le Maroc faisait partie, ces dix dernières années, des trois pays les plus fréquemment cités comme source ou zone de transit de la résine saisie au monde ».

En 2014, le Maroc, l’Afghanistan, le Liban et le Pakistan ont fait partie des pays d’origine et d’envoi de la résine de cannabis saisie en Europe occidentale, est-il mentionné dans le rapport de l’OICS.

LIRE: http://www.aps.dz/monde/37726-le-maroc,-un-des-plus-gros-producteurs-de-r%C3%A9sine-de-cannabis-au-monde

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